sábado, 19 de março de 2011

VIVER É MUDAR


“Toda célula do corpo — e os átomos que a constituem — se regenera, em média a cada sete anos. Como cobras, da nossa maneira nós mudamos de pele. Biologicamente e psicologicamente somos novas pessoas. Podemos parecer os mesmos. Provavelmente somos. A mudança não é visível. Pelo menos, não para a maioria. Mas, todos mudamos. Completamente. Para sempre. Quando dizemos algo como: “As pessoas não mudam”, deixamos os cientistas loucos. Porque a mudança é literalmente a única constante da ciência. Energia, Matéria... Estão sempre mudando. Transformando-se... Fundindo-se... Crescendo... Morrendo. O modo como as pessoas tentam não mudar é que não é natural. Como queremos que as coisas voltem, em vez de as aceitarmos. Como nos prendemos a velhas memórias, em vez de criar novas. O modo como insistimos em acreditar. Apesar de todas as provas contrárias, de que algo nessa vida é permanente. A mudança é constante. Como experimentamos a mudança... Depende de nós. Pode parecer a morte, ou uma segunda chance. Se relaxarmos os dedos... Desapegar-nos... Ir em frente... Pode ser adrenalina pura. Como se a qualquer momento tivéssemos uma nova chance. Como se a qualquer momento, pudéssemos nascer de novo.”

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